AN × ADN — SEFAZ e SEFIN na recepção
As diferenças entre o Ambiente Nacional da SEFAZ (NF-e/CT-e) e o Ambiente de Distribuição Nacional da SEFIN (NFS-e): protocolo, autenticação, paginação e downloads.
As diferenças entre o Ambiente Nacional da SEFAZ (NF-e/CT-e) e o Ambiente de Distribuição Nacional da SEFIN (NFS-e): protocolo, autenticação, paginação e downloads.
Como o NFe/CTe Inbound funciona por dentro: fluxo SEFAZ -> Ambiente Nacional -> nfe.io -> seu sistema, com tempos e papel do NSU.
Por que o serviço de inbound precisa do certificado digital, diferença entre A1 e A3, como obter e como configurar na plataforma nfe.io.
Como o certificado digital da empresa é usado na recepção de NFS-e: acesso ao ADN via mTLS e desativação por problemas de certificado.
Da emissão por terceiros à manifestação: as etapas que todo documento fiscal percorre desde a autorização até chegar ao seu sistema.
Conceitos fundamentais do NFe/CTe Inbound: arquitetura, NSU, chave de 44 dígitos, certificado digital, Reforma Tributária e LGPD.
Visão sistêmica do NFS-e Inbound: atores envolvidos, fluxo SEFIN → ADN → NFE.io → cliente, decisões de design e diferenças em relação ao NF-e/CT-e Inbound.
Conceitos transversais à recepção automática de NF-e, CT-e e NFS-e: ciclo de vida, NSU, chaves, ambientes, autenticação, Reforma Tributária e glossário.
Os conceitos fundamentais do DFe Inbound: modelo 55 (NF-e), modelo 57 (CT-e), NSU, chave de 44 dígitos, eventos e tipos de registro.
Os conceitos próprios da recepção de NFS-e: modelo 56, chave de 50 dígitos, DPS, NSU e o Ambiente de Distribuição Nacional (ADN).
Quando consumir a recepção automática pelo console (app.nfe.io) e quando integrar por API REST — critérios e como combinar os dois.
O modelo de identidade da recepção automática: conta guarda-chuva, empresa (CNPJ), certificado digital e ativação por empresa. Sem empresa + certificado, o serviço não é ativado.
Como os documentos recebidos são identificados: NSU, chaves de acesso (44/50 dígitos), chaves de evento, DPS e os modelos fiscais 55/56/57/65.
O que muda no recebimento de NF-e e CT-e com a Reforma Tributária (LC 214/2025): IBS, CBS, IS e o período de transição.
Como o NFe/CTe Inbound protege seus dados fiscais: criptografia, controle de acesso, retenção legal e conformidade com a LGPD.
Como a recepção de NFS-e trata autenticação, assinatura de webhook, URLs assinadas, retenção e proteção de dados (LGPD).
Como o fluxo de substituição de NFS-e aparece na recepção: a nota substituta, o evento na original e como correlacioná-las.