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Reforma Tributária: o que muda com a NFE.io

A Reforma Tributária está mexendo em muita coisa no sistema de tributos do Brasil — e é normal ficar em dúvida sobre o que realmente muda no seu dia a dia. Nesta página, vamos direto ao ponto: explicar, em linguagem simples, como a NFE.io está se preparando, o que você precisa saber agora e onde encontrar os detalhes mais técnicos e legais quando quiser se aprofundar.

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Se você está procurando por perguntas e respostas rápidas sobre a Reforma Tributária, visite nossa página de Perguntas e Respostas sobre a Reforma Tributária. Lá, reunimos as dúvidas mais comuns e suas respostas de forma clara e objetiva, resolução de problemas comuns e orientações práticas.

Logo abaixo, você encontra atalhos por perfil. Escolha o card que tem mais a ver com você ou siga a leitura contínua.

Escolha o seu perfil

Pense nestes cards como um "atalho" dentro desta própria página. Todos os perfis compartilham a mesma base de informações, mas com ênfases diferentes.


1. Visão geral da Reforma Tributária na NFE.io

Esta seção é para todos os perfis. A ideia é alinhar o "panorama geral" antes de entrar nos detalhes de cada área.

  • A Reforma Tributária do Consumo (RTC) cria novos tributos (como IBS e CBS), convive por um tempo com os tributos atuais e muda a forma como o cálculo é feito, mas o fluxo básico de emissão continua o mesmo para quem usa a NFE.io.
  • A NFE.io está atualizando motor de cálculo, layouts de integração e APIs para acompanhar cada fase, sem exigir uma "virada de chave brusca" dos clientes.
  • O objetivo é que você possa ir se adaptando aos poucos, testando com antecedência e evitando surpresas na operação.

Se quiser um contexto mais completo sobre os objetivos da Reforma, bases legais e termos mais técnicos, você pode se aprofundar em:

1.1 O que efetivamente muda na prática?

De forma simplificada, olhando para produtos e serviços:

  • NF-e / NFC-e (produtos)

  • NFS-e (serviços)

    • O documento continua existindo, mas passa a conviver com as regras da RTC e, em alguns casos, com o Ambiente Nacional de NFS-e.
    • O layout passa a ter um grupo específico para IBS/CBS (além do ISS tradicional) e novas regras para local de incidência, créditos e cenários especiais.
    • Detalhes técnicos estão em:

1.2 Plano de ação (agora vs depois)

Abaixo, um resumo do que faz sentido olhar agora e o que pode ser planejado para depois, por perfil. Use como checklist rápido.

  • [Gestor] Agora: entenda em linhas gerais o que é a Reforma e como ela pode afetar seu modelo de negócio (produtos, serviços, estados/municípios). Uma boa base é a introdução em Introdução e conceitos legais e a página de dúvidas frequentes em Reforma Tributária - Dúvidas Frequentes.

  • [Gestor] Depois: junto com o time fiscal e de tecnologia, defina um plano interno de transição (quando testar, quando mudar cadastros, quem é responsável por quê).

  • [Fiscal/Contábil] Agora: revise conceitos de IBS/CBS/IS, regimes e benefícios, e como isso se conecta aos códigos de tributação. Use o glossário em Glossário da Reforma Tributária do Consumo e as tabelas de referência em Tabelas de referência.

  • [Fiscal/Contábil] Depois: aprofunde-se nas regras específicas por tipo de documento (NF-e, NFS-e), avaliando impactos em cadastros de produto/serviço, NBS/NCM, CFOP e benefícios fiscais.

  • [Desenvolvedor] Agora: confirme quais APIs você usa hoje (NF-e, NFC-e, NFS-e) e localize a documentação RTC correspondente em APIs RTC.

  • [Desenvolvedor] Depois: planeje ajustes nos payloads (novos grupos/objetos, como IBSCBS ou IbsCbs), testes em ambiente de homologação e monitore erros utilizando os guias de troubleshooting.

  • [Operação/Faturamento] Agora: veja se você já utiliza planilhas ou fluxos especiais de emissão (lote NFS-e, planilha NF-e) e identifique onde os campos da Reforma aparecem.

  • [Operação/Faturamento] Depois: junto com o time fiscal, ajuste cadastros e orientações internas para garantir que os dados enviados (como códigos de tributação) estejam corretos quando a empresa decidir começar a usar as novas regras.

Se quiser aprofundar perguntas comuns sobre "preciso mudar algo agora?", "vou parar de emitir nota?" e outras dúvidas gerais, consulte:


2. Para gestores: estratégia, risco e governança

Esta parte é voltada para quem olha o todo: risco operacional, conformidade, custo e priorização de projetos.

  • Risco de parada de emissão: quem usa uma plataforma preparada, como a NFE.io, não deveria ter uma "virada de chave" brusca. O risco maior está em não acompanhar a transição ao longo do tempo (por exemplo, não revisar cadastros, não testar, não alinhar time fiscal e tecnologia).
  • Impacto no negócio: a Reforma muda a forma de tributar consumo, o que pode afetar margens, preços e competitividade. Entender isso com o time fiscal/contábil ajuda a antecipar ajustes em contratos e políticas comerciais.
  • Governança: vale tratar a adaptação à Reforma como um pequeno projeto interno, com dono, cronograma e marcos de validação.

Para se aprofundar:


3. Para times fiscal/contábil: regras, cálculos e legislação

Aqui o foco é em quem cuida de enquadramento tributário, parametrização e conferência fiscal.

  • Conceitos-chave: IBS, CBS, IS, regimes, créditos, benefícios, imunidades e regras de local de incidência passam a ser fundamentais para definir corretamente como cada operação será tributada.
  • Códigos e tabelas: o relacionamento entre situationCode (CST do IBS/CBS) e classCode (classificação tributária) é central. Utilizar as tabelas oficiais (e as referências da NFE.io) reduz muito o risco de rejeições.
  • Convivência de modelos: durante o período de transição, os tributos antigos e novos coexistem. Isso significa conferir tanto parâmetros "legados" (como ICMS/ISS/PIS/COFINS) quanto os novos grupos de IBS/CBS/IS.

Documentos que valem estar na sua lista de leitura:


4. Para desenvolvedores: APIs, layouts e integrações

Se você cuida das integrações com a NFE.io, esta seção é para você.

Quando estiver planejando a migração:

  • Priorize mapear onde, no seu sistema, estão os dados necessários para alimentar os novos campos (especialmente IBS/CBS/IS, operationIndicator, classCode).
  • Use ambientes de homologação para testar cenários típicos (operações internas, interestaduais, serviços recorrentes, construção civil etc.).
  • Consulte sempre os guias de troubleshooting e as tabelas de referência para evitar rejeições difíceis de interpretar.

5. Para operação/faturamento: emissão, conferência e suporte

Aqui, a ideia é falar com quem está na ponta emitindo, conferindo e acompanhando notas no dia a dia.

  • O fluxo continua familiar: telas, processos de emissão e rotinas de faturamento tendem a continuar parecidos. O que muda, aos poucos, são alguns campos e validações que passam a aparecer por causa da Reforma.
  • Planilhas e emissão em lote:
  • Conferência e resolução de erros:
    • Para NF-e/NFC-e, o guia de troubleshooting RTC ajuda a entender mensagens de rejeição e como corrigi-las: Guia de troubleshooting NF-e/NFC-e RTC.
    • Para NFS-e, as descrições dos campos na documentação de API e layout orientam em casos de erro, especialmente em campos como taxationType, operationIndicator, classCode e retenções.

5.1 Callout especial: municípios em NFS-e e APIs de serviço

Se você emite NFS-e, este ponto merece atenção especial.

  • A adoção da NFS-e em ambiente nacional e as mudanças trazidas pela Reforma podem variar de município para município.
  • A NFE.io disponibiliza um acompanhamento da adesão dos municípios, para que você saiba onde e como a NFS-e nacional está sendo utilizada.
  • As APIs de NFS-e RTC já consideram essas particularidades e ajudam a manter a emissão consistente.

Para acompanhar e se aprofundar:


6. Referências rápidas e materiais complementares

Para fechar, aqui vai uma lista rápida de "onde ir" dependendo do seu perfil.

Sempre que uma nova fase ou regra da Reforma entrar em vigor, a NFE.io atualiza estes materiais. Vale manter esta página nos favoritos como seu ponto de partida para navegar pelas novidades da Reforma Tributária dentro da plataforma.

NFE.io

A NFE.io é uma empresa de tecnologia que fornece soluções para automatizar e simplificar a emissão e gestão de notas fiscais eletrônicas. Com suas ferramentas, as empresas podem economizar tempo e reduzir erros, aumentando a eficiência e precisão do processo de emissão de notas fiscais.

Um dos principais cases de sucesso da NFE.io é a implementação da solução na empresa de transporte Rodonaves. Com a automatização da emissão e gestão de notas fiscais eletrônicas, a Rodonaves conseguiu reduzir em até 80% o tempo gasto nesse processo, o que se traduziu em uma significativa melhoria na eficiência operacional. Além disso, a empresa também conseguiu eliminar erros e atrasos na emissão de notas fiscais, o que melhorou a relação com seus clientes e aumentou a confiança dos órgãos fiscais.

Outro exemplo é a implementação da NFE.io na empresa de comércio eletrônico, a Loja Integrada. Com a automatização da emissão de notas fiscais, a Loja Integrada conseguiu aumentar a velocidade de emissão de notas em até 10 vezes, o que permitiu que a empresa atendesse a uma maior quantidade de clientes e, consequentemente, aumentar as suas vendas.

Além desses exemplos, a NFE.io também tem outros cases de sucesso com empresas de setores como indústria, construção, varejo e serviços, mostrando a versatilidade e eficácia da sua solução.

Em resumo, a NFE.io é uma empresa de tecnologia que oferece soluções para automatizar e simplificar a emissão e gestão de notas fiscais eletrônicas, ajudando as empresas a economizar tempo e reduzir erros, melhorando a eficiência e precisão do processo. Com cases de sucesso em diferentes setores, a NFE.io tem se destacado como uma empresa líder em automação fiscal.