{"id":9362,"date":"2021-04-13T10:54:13","date_gmt":"2021-04-13T13:54:13","guid":{"rendered":"https:\/\/nfe.io\/blog\/?p=9362"},"modified":"2022-03-23T19:02:23","modified_gmt":"2022-03-23T22:02:23","slug":"da-fabrica-do-mundo-a-lider-mundial-em-ia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nfe.io\/blog\/gestao-empresarial\/da-fabrica-do-mundo-a-lider-mundial-em-ia\/","title":{"rendered":"China: Da f\u00e1brica do mundo \u00e0 l\u00edder mundial em IA"},"content":{"rendered":"<p>Grande parte de n\u00f3s atrela a palavra China a imagens e s\u00edmbolos que nos remetem n\u00e3o apenas a estere\u00f3tipos pejorativos do pa\u00eds, mas tamb\u00e9m da imagem do que \u00e9 \u201coriental\u201d, de um oriente m\u00edstico, misterioso, long\u00ednquo, em que n\u00e3o se pode confiar.<\/p>\n<p>Mas a realidade \u00e9 que, aquilo que imaginamos \u201cdo lado de c\u00e1\u201d como sendo uma imagem da China e do Oriente, \u00e9 uma imagem superficial e, na maioria das vezes, err\u00e1tica do que s\u00e3o o pa\u00eds e a regi\u00e3o. E \u00e9 imposs\u00edvel falar de \u00c1sia e de desenvolvimento sem falar de China. N\u00e3o apenas por ser um dos gigantes regionais em termos territoriais e populacionais, mas tamb\u00e9m pelo seu importante papel no desenvolvimento e intensifica\u00e7\u00e3o de um com\u00e9rcio internacional nos s\u00e9culos passados, e na inova\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7as no com\u00e9rcio internacional atual.<\/p>\n<p>Para come\u00e7ar a falar de China e a entender o pa\u00eds e a sua import\u00e2ncia nos cen\u00e1rios regional e mundial, ser\u00e3o abordados os seguintes t\u00f3picos: i) Rota da Seda ii) Dados sociais; iii) Dados econ\u00f4micos; e iv) Investimentos.<\/p>\n<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot; \n\n\t&lt;div class=&quot;cta-blog dark bar&quot; id=&quot;9362&quot;&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-title&quot;&gt;\n\t\t\t&lt;h3&gt; &lt;\/h3&gt;\n\t\t&lt;\/div&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-content&quot;&gt;\n\t\t\t&lt;p&gt;&lt;\/p&gt;\n\t\t&lt;\/div&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-area&quot;&gt;\n\n\t\t\t&lt;!-- &lt;div class=&quot;left&quot;&gt;\n\t\t\t\t&lt;h5&gt;&lt;\/h5&gt;\n\t\t\t\t&lt;div id=&quot;subtitle&quot;&gt;&lt;\/div&gt;\n\t\t\t&lt;\/div&gt; --&gt;\n\n\t\t\t&lt;!-- &lt;div class=&quot;right&quot;&gt; --&gt;\n\t\t\t\t\t\t\t&lt;!-- &lt;\/div&gt; --&gt;\n\n\t\t&lt;\/div&gt;\n\n\t&lt;\/div&gt;\n\n\t&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:707,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;4&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:14281427},&quot;9&quot;:1,&quot;10&quot;:1,&quot;12&quot;:0}\"><\/span><\/p>\n<h3><strong>Rota da Seda<\/strong><\/h3>\n<p>A Rota da Seda foi um caminho que possibilitou uma evolu\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida dos fluxos comerciais entre a \u00c1sia e a Europa. Apesar de pouco se falar sobre ela, essa rota foi um marco n\u00e3o apenas para as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os dois continentes. Em seu livro \u201cThe Silk Roads\u201d, Peter Frankopan fala sobre o intenso desenvolvimento das cidades situadas ao longo da Rota. O autor relata: \u201cCidades como estas [Constantinopla, Samarkand, Damasco, entre outras] se tornaram o lar de brilhantes acad\u00eamicos que ultrapassaram as fronteiras de suas mat\u00e9rias.\u00a0<a href=\"http:\/\/file\/\/\/C:\/Users\/Bruno\/Desktop\/NFE\/Da%20f%C3%A1brica%20do%20mundo%20para%20segunda%20maior%20potencia.docx#_ftn1\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">[1]<\/a>\u201d<\/p>\n<p>Talvez voc\u00ea esteja se perguntando por que esse acaba sendo um tema n\u00e3o t\u00e3o comum pelo ocidente. Segundo Frankopan: \u201cA ascens\u00e3o da Europa desencadeou uma feroz batalha por poder \u2013 e pelo controle do passado. [&#8230;] A hist\u00f3ria foi torcida e manipulada para criar uma insistente narrativa na qual a ascen\u00e7\u00e3o do oeste era n\u00e3o apenas natural e inevit\u00e1vel, mas uma continua\u00e7\u00e3o do que havia acontecido anteriormente.\u00a0<a href=\"http:\/\/file\/\/\/C:\/Users\/Bruno\/Desktop\/NFE\/Da%20f%C3%A1brica%20do%20mundo%20para%20segunda%20maior%20potencia.docx#_ftn2\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">[2]<\/a>\u201d<\/p>\n<p>Desde 2013 a China tem trabalhado para recriar esta rota, adaptando o caminho original de acordo com os acordos comerciais atuais, mas almejando a mesma grandiosidade da rota original.\u00a0O projeto atual foi intitulado como\u00a0<em>Belt and Road Initiative<\/em>\u00a0(BRI) em 2013 e em 2016 passou a se chamar\u00a0<em>One Belt, One Road<\/em>\u00a0(OBOR), simbolizando um caminho \u00fanico e colaborativo entre os pa\u00edses, indo na contram\u00e3o de algumas iniciativas mundiais como as americanas propostas pelo governo Trump.<\/p>\n<p>Para o desenvolvimento desse projeto, a China prometeu investir US$ 1 trilh\u00e3o em outros pa\u00edses para cria\u00e7\u00e3o dessas novas rotas de com\u00e9rcio terrestres e mar\u00edtimas ao redor do mundo. A OBOR evoluiu e, o que come\u00e7ou com um grande foco em infraestrutura \u2013 estradas, ferrovias, portos, aeroportos, fibra \u00f3tica, dutos, usinas de energia etc. \u2013 agora tamb\u00e9m engloba projetos educacionais, digitais, esportivos etc.<\/p>\n<p>Em 2018 a iniciativa estendeu-se tamb\u00e9m para a Am\u00e9rica do Sul, Caribe e at\u00e9 mesmo para o \u00c1rtico. A It\u00e1lia, em 2019, tornou-se o primeiro pa\u00eds do G7 a confirmar sua entrada no OBOR, e em abril do mesmo, o n\u00famero de pa\u00edses que assinaram o acordo de coopera\u00e7\u00e3o j\u00e1 somava 126.\u00a0Abaixo, um desenho do que a China projeta para essa iniciativa:<\/p>\n<div class=\"slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4E12AQHmZfq9Wn5WAg\/article-inline_image-shrink_1000_1488\/0\/1618274092357?e=1623888000&amp;v=beta&amp;t=gBJe9N64k4EXml0ECY-do-TGHpzNdxue15nbJ7Ga3RA\" alt=\"No alt text provided for this image\" data-media-urn=\"\" data-li-src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4E12AQHmZfq9Wn5WAg\/article-inline_image-shrink_1000_1488\/0\/1618274092357?e=1623888000&amp;v=beta&amp;t=gBJe9N64k4EXml0ECY-do-TGHpzNdxue15nbJ7Ga3RA\" \/><\/div>\n<p>Para entender como um pa\u00eds \u00e9 capaz realizar iniciativas t\u00e3o grandes como essa em tempo recorde, \u00e9 fundamental olhar para alguns outros t\u00f3picos, inclusive para a quest\u00e3o populacional e alguns outros dados sociais.<\/p>\n<h3><strong>\u00a0Dados sociais<\/strong><\/h3>\n<p>Atualmente estima-se que a popula\u00e7\u00e3o chinesa esteja em torno de 1,4 bilh\u00e3o de pessoas, o que corresponde a cerca de 20% da popula\u00e7\u00e3o mundial. Mais de 100 cidades chinesas atingiram a marca de mais de 1 milh\u00e3o de habitantes. Em uma compara\u00e7\u00e3o breve, nos Estados Unidos apenas 10 cidades possuem essa mesma quantidade de habitantes. A consultoria Mckinsey reporta que, at\u00e9 2025, mais de 221 cidades chinesas atingir\u00e3o essa marca. Isso significa dizer que a quantidade atual de cidades com mais de 1 milh\u00e3o de habitantes mais do que duplicar\u00e1 em pouco mais de 4 anos.<\/p>\n<p>Olhar para o tamanho de uma popula\u00e7\u00e3o pode parecer simples e levar \u00e0 pensamentos e compara\u00e7\u00f5es corriqueiras, mas a realidade \u00e9 que ela pode ser muito mais significativa do que parece. Um simples dado populacional pode justificar, em parte, a magnitude de certos dados ec\u00f4micos, ligados \u00e0 tecnologia e ao desenvolvimento de um pa\u00eds. No caso da China, muitas vezes \u00e9 poss\u00edvel compreender valores que, a um pa\u00eds pequeno ou com uma popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o t\u00e3o grande, podem parecer esdr\u00faxulos.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o PIB de um pa\u00eds, por exemplo, \u00e9 a soma de todos os bens e servi\u00e7os finais produzidos por um pa\u00eds, estado ou cidade, geralmente calculado em uma base anual. Mas o que fica impl\u00edcito nesse dado \u00e9 que, entre outras vari\u00e1veis, \u00e9 poss\u00edvel fazer uma correla\u00e7\u00e3o entre o PIB e o \u00edndice populacional. Alguns estudos, como este \u201cCorrela\u00e7\u00e3o e Regress\u00e3o Linear de Vari\u00e1veis que interferem no Produto Interno Bruto do Brasil: Uma An\u00e1lise Estat\u00edstica de Dados\u201d publicado na Revista Gest\u00e3o Industrial mostram que conforme a popuala\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds cresce, seu PIB tamb\u00e9m cresce.<\/p>\n<h3><strong>Dados econ\u00f4micos<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar do PIB ser uma vari\u00e1vel relevante, quando falamos de China, alguns outros dados de mercado ajudam a explicar o porqu\u00ea de o pa\u00eds estar se tornando uma refer\u00eancia em tecnologia e inova\u00e7\u00e3o. E esses dados, de certa forma, tamb\u00e9m est\u00e3o ligados \u00e0 enorme quantidade populacional chinesa.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Informa\u00e7\u00e3o da China, 802 milh\u00f5es de chineses usam ativamente a internet e 98% deles acessam a rede por meio de dispositivos m\u00f3veis como celulares, rel\u00f3gios e tablets.<\/p>\n<p>Em seu relat\u00f3rio\u00a0<em>Hurun Global Unicorn Index,\u00a0<\/em>o instituto de pesquisa Hurun revelou que 227 dos 586 unic\u00f3rnios (empresas que atingiram um valor de mercado de US$1 bilh\u00e3o) existentes no mundo, s\u00e3o empresas chinesas. Segundo Tracxn, uma empresa que monitora empresas inovadoras em mais de 350 setores de tecnologia, 148 dos 227 unic\u00f3rnios chineses s\u00e3o empresas de tecnologia, e apenas nesse ano de 2021, a empresa j\u00e1 monitorou o surgimento de 14 novos unic\u00f3rnios de tecnologia.<\/p>\n<p>Os investimentos na Am\u00e9rica Latina realizados por fundos chineses de\u00a0<em>venture capital<\/em>\u00a0focados em tecnologia somaram US$ 30 milh\u00f5es em 2015. E, mais incr\u00edvel ainda, no ano seguinte esses n\u00fameros saltaram para US$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>A velocidade com que a China evoluiu, al\u00e9m de impressionante, pode ser dif\u00edcil de compreender. Em 1990 era um pa\u00eds que poderia facilmente ser considerado miser\u00e1vel, com centenas de pessoas passando fome e vivendo abaixo da linha da pobreza. Hoje, 30 anos depois, o pa\u00eds multiplicou o seu PIB em 36 vezes, enquanto os Estados Unidos, por exemplo, levaram cerca de 117 anos para fazer o mesmo.<\/p>\n<h3><strong>Investimentos em IA e rob\u00f4s<\/strong><\/h3>\n<p>O primeiro aparecimento do que conhecemos hoje como Intelig\u00eancia Artifical (IA) foi em uma confer\u00eancia da Universidade de Dartmouth em 1956. O primeiro rob\u00f4 industrial chegou pouco depois, em 1961. A tecnologia vem se desenvolvendo no decorrer dos \u00faltimos em fun\u00e7\u00e3o da necessidade cada vez mais intensiva de se an\u00e1lisar dados, de se utilizar rob\u00f4s e chatbots em diversas tarefas e situa\u00e7\u00f5es, e da percep\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios que essas tecnologias podem trazer \u00e0s nossas vidas e ao nosso dia a dia.<\/p>\n<p>A consultoria CB Insights declarou que a China \u00e9, atualmente, o principal polo de desenvolvimento de IA do mundo, na frente at\u00e9 dos Estados Unidos. Para entendermos melhor a evolu\u00e7\u00e3o da IA na China, primeiro precisamos relembrar que o pa\u00eds possui uma popula\u00e7\u00e3o de mais de 1 bilh\u00e3o de habitantes, o que significa gerar milhares e milhares de informa\u00e7\u00f5es diariamente. No mundo de hoje, costumamos dizer que dados s\u00e3o tudo e, partindo desse pressuposto, faz todo o sentido que um pa\u00eds capaz de gerar uma quantidade t\u00e3o relevante de dados seja o centro desse desenvolvimento.<\/p>\n<p>Por outro lado, para que as grandes corpora\u00e7\u00f5es consigam coletar e analisar esse volume de dados \u00e9 preciso desenvolver intelig\u00eancias artificiais capazes de interpretar esse volume todo, fazendo com que a China lidere, assim, o desenvolvimento dessa tecnologia. Al\u00e9m disso, a atua\u00e7\u00e3o do governo chin\u00eas e a quantidade de capital dedicado a essa nova tecnologia s\u00e3o outros dois fatores essenciais. Em 2017 o governo chin\u00eas anunciou publicamente um plano de tr\u00eas passos cujo objetivo \u00e9 tornar a China a l\u00edder mundial em intelig\u00eancia artificial at\u00e9 o ano de 2030.<\/p>\n<p>O governo pretende que essa ind\u00fastria atinja o valor de mercado de US$ 150 bilh\u00f5es at\u00e9 2030. A sua pretens\u00e3o \u00e9 estimular o uso de intelig\u00eancia artificial em uma grande variedade de setores, de cidades conectadas at\u00e9 \u00e2mbitos militares. O governo planeja investir US$ 2,1 bilh\u00f5es na cria\u00e7\u00e3o de um parque de pesquisa focado no desenvolvimento tecnol\u00f3gico de IA, que ser\u00e1 sede de at\u00e9 400 empresas. Al\u00e9m disso, foi lan\u00e7da o relat\u00f3rio Beijing AI Principles em parceria com 4 grandes universidades e centros de pesquisa chineses e uma coaliza\u00e7\u00e3o das principais empresas, incluido Baidu, Alibaba e Tencent.<\/p>\n<p>Esse movimento que pretende tornar a China o polo central de IA j\u00e1 influenciou cidades a entrarem na briga. A cidade chinesa de Tianjin, um dos p\u00f3los portu\u00e1rios no nordeste da China, anunciou um investimento de US$ 16 bilh\u00f5es em um fundo para refor\u00e7ar a ind\u00fastria local de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<h3><strong>Brasil e China<\/strong><\/h3>\n<p>Os investimentos planejados pela China como um todo s\u00e3o fruto n\u00e3o apenas de fundos governamentais, mas tamb\u00e9m de iniciativas municipais, contando com a participa\u00e7\u00e3o de grandes\u00a0<em>players\u00a0<\/em>setoriais. Al\u00e9m disso, os investimentos chineses t\u00eam se mostrado cada vez mais diversificados, n\u00e3o apenas em termos setoriais, mas tamb\u00e9m geogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p>No ano de 2009, a China tornou-se o maior parceiro comercial do Brasil, representando 18,1% do com\u00e9rcio total. Em 2016, de todas as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para China, mais de 72% foram relacionados ao setor de\u00a0<em>commodities<\/em>, o que significa dizer que o Brasil exporta a mat\u00e9ria-prima para que a China a processe e comercialize para o mundo seus produtos manufaturados.<\/p>\n<p>Entre 2015 e 2018, o Brasil recebeu 55% dos investimentos realizados por empresas chinesas na Am\u00e9rica Latina. De acordo com o Minist\u00e9rio de Planejamento do Brasil, entre 2012 e 2016, os chineses investiram no Brasil mais do que o dobro no dos investimentos norte-americanos no pa\u00eds. Como mostra o gr\u00e1fico abaixo da Bloomberg, ap\u00f3s uma queda brusca nos investimentos de 2010 para 2011, a partir de 2017 houve tamb\u00e9m uma recupera\u00e7\u00e3o acentuada.<\/p>\n<div class=\"slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4E12AQEWUDCDSNKbCg\/article-inline_image-shrink_1000_1488\/0\/1618274289555?e=1623888000&amp;v=beta&amp;t=dejZyGXuwqoWIB6Up57ZPSuX2gLbWcoRrhiBHgM_XIk\" alt=\"No alt text provided for this image\" data-media-urn=\"\" data-li-src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4E12AQEWUDCDSNKbCg\/article-inline_image-shrink_1000_1488\/0\/1618274289555?e=1623888000&amp;v=beta&amp;t=dejZyGXuwqoWIB6Up57ZPSuX2gLbWcoRrhiBHgM_XIk\" \/><\/div>\n<p>No ano de 2015, o presidente Xi Jinping afirmou que um de seus objetivos \u00e9 fazer com que o com\u00e9rcio total entre China e Am\u00e9rica Latina atinja a marca de US$ 500 bilh\u00f5es at\u00e9 2025.<\/p>\n<p>Ambos os pa\u00edses parecem estar alinhados para que os investimentos chineses no Brasil sejam bem-sucedidos. Uma primeira iniciativa foi a cria\u00e7\u00e3o, em conjunto, do fundo CLAI (China-LAC Industrial Cooperation Fund), um fundo de 20 bilh\u00f5es de d\u00f3lares com foco nos setores de infraestrutura, log\u00edstica, energia e recursos minerais, agroind\u00fastria, tecnologia avan\u00e7ada, agricultura, armazenamento agr\u00edcola, manufatura, servi\u00e7os digitais e outros setores que venham a ser de comum interesse das partes. Vale ressaltar que, em fun\u00e7\u00e3o do Brasil ser um grande parceiro comercial para setores de\u00a0<em>commodities<\/em>, grande parte dos investimentos chineses no pa\u00eds est\u00e3o relacionados a esses setores.<\/p>\n<p>Apesar de toda essa copera\u00e7\u00e3o, o Brasil ainda n\u00e3o aderiu \u00e0 iniciativa\u00a0<em>One Belt One Road<\/em>. Em 2019, em uma visita \u00e0 China, o vice-presidente do Brasil, Hamilton Mour\u00e3o, sinalizou o interesse do pa\u00eds em integrar a iniciativa, mas, at\u00e9 o momento, nada foi acordado. Segundo o general, \u201co Brasil n\u00e3o pode ser s\u00f3 uma loja onde a China vai comprar itens\u201d. Durante o governo Bolsonaro as rela\u00e7\u00f5es Brasil-China se tornaram mais dif\u00edceis e menos cooperativas especialmente em fun\u00e7\u00e3o de pontos de tens\u00e3o criados por membros do Governo Federal e de membros da fam\u00edlia Bolsonaro, prejudicando n\u00e3o apenas o com\u00e9rcio, mas tamb\u00e9m a perspectiva de investimentos chineses no pa\u00eds.<\/p>\n<h3><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>A China vem se desenvolvendo e investindo altos montantes no decorrer desses \u00faltimos anos. O pa\u00eds superou a pobreza e agora deixa para tr\u00e1s sua fase de f\u00e1brica do mundo, se tornando um pa\u00eds refer\u00eancia em tecnologia e inova\u00e7\u00e3o. A China j\u00e1 assumiu a posi\u00e7\u00e3o do pa\u00eds que mais investe em Intelig\u00eancia artificial no mundo e est\u00e1 criando um dos maiores projeto de coopera\u00e7\u00e3o mundial com a iniciativa <em>One Belt One Road<\/em>.<\/p>\n<p>Apesar de todo esse progresso, \u00e9 frequente que, no Brasil, os produtos chineses ainda sejam vistos como sendo produtos de m\u00e1 qualidade e de proced\u00eancia duvidosa. O Brasil demora a participar de uma iniciativa que pode vir a mudar a forma como o com\u00e9rcio \u00e9 feito no mundo em fun\u00e7\u00e3o de, entre outros fatores, uma subvaloriza\u00e7\u00e3o, por parte da popula\u00e7\u00e3o e do governo atual, da pot\u00eancia que \u00e9 a China e do seu potencial de desenvolvimento.<\/p>\n<p>O mundo tem muito a aprender com esse pa\u00eds que apresenta h\u00e1 anos um crescimento impressionante, especialmente na \u00faltima d\u00e9cada, e que possu\u00ed planos grandiosos para o futuro. Um pa\u00eds que n\u00e3o esquece sua hist\u00f3ria milenar e que cultiva suas tradi\u00e7\u00f5es, olhando, antes de tudo, para dentro antes de buscar a expans\u00e3o de sua influ\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Xiexie!!<\/strong><\/p>\n<p><em>Post escrito em parceria com:<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/ana-beatriz-fran%C3%A7a-594389109\/\">Ana Beatriz Fran\u00e7a<\/a> &#8211; Internacionalista e p\u00f3s-graduada em inova\u00e7\u00e3o e estrat\u00e9gia pela ESPM, com experi\u00eancia nas \u00e1reas de consultoria e novos neg\u00f3cios<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/bruno-akio\/\">Bruno Akio<\/a> &#8211; Administrador e p\u00f3s-graduado em empreendedorismo e gest\u00e3o de neg\u00f3cios pela Saint Paul, com experi\u00eancias nas \u00e1reas de tax e inova\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/file\/\/\/C:\/Users\/Bruno\/Desktop\/NFE\/Da%20f%C3%A1brica%20do%20mundo%20para%20segunda%20maior%20potencia.docx#_ftnref1\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">[1]<\/a> Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/file\/\/\/C:\/Users\/Bruno\/Desktop\/NFE\/Da%20f%C3%A1brica%20do%20mundo%20para%20segunda%20maior%20potencia.docx#_ftnref2\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">[2]<\/a> Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot; \n\n\t&lt;div class=&quot;cta-blog blue io&quot; id=&quot;9362&quot;&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-title&quot;&gt;\n\t\t\t&lt;h3&gt; &lt;\/h3&gt;\n\t\t&lt;\/div&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-content&quot;&gt;\n\t\t\t&lt;p&gt;&lt;\/p&gt;\n\t\t&lt;\/div&gt;\n\n\t\t&lt;div class=&quot;cta-area&quot;&gt;\n\n\t\t\t&lt;!-- &lt;div class=&quot;left&quot;&gt;\n\t\t\t\t&lt;h5&gt;&lt;\/h5&gt;\n\t\t\t\t&lt;div id=&quot;subtitle&quot;&gt;&lt;\/div&gt;\n\t\t\t&lt;\/div&gt; --&gt;\n\n\t\t\t&lt;!-- &lt;div class=&quot;right&quot;&gt; --&gt;\n\t\t\t\t\t\t\t&lt;!-- &lt;\/div&gt; 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